quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Psicopictografia: PINTURA MEDIÚNICA

A Pintura Mediúnica de Lívio Barbosa no TV Xuxa

Se fosse fácil, qualquer um faria!


Xuxa apresentou no seu programa de 17/09/2011 na TV Globo, a história de Lívio Barbosa, um médium espírita que tem o dom de reproduzir obras inéditas de grandes artistas já falecidos.
Veja a apresentação e a explicação do parapsicólogo.
Sua argumentação para contestar Lívio, esbarra no incompreensível.
Afirma que aquilo é uma manifestação do inconsciente. Claro que é. O próprio Lívio diz que ele não tem consciência do que faz.
Que o fenômeno é um dom do próprio Lívio e não tem nada a ver com espíritos. Ora, naturalmente é um dom do próprio Lívio, a mediunidade, e através desta, os artistas desencarnados se manifestam. E mesmo que fosse só dele, isto por si só já seria um argumento que prova a reencarnação, haja vista que Lívio diz na entrevista, que ele nunca teve contato com obras em vida dos autores que dele se utilizam para o atual trabalho. Não poderia pois, ter desenvolvido todo aquele dom nesta sua existência de poucos anos, sem ter tido qualquer orientação e educação artística para isso.
Como é que funciona isso, senhor parapsicólogo? De onde brotam nossas habilidades e tendências inatas? Por que o Lívio, e não eu?
Se fosse fácil assim como a sua explicação quer que seja, qualquer um faria.
Por que o senhor mesmo não o faz, para provar sua teoria? O que o senhor apresentou de prova para sustentá-la?
Se fazer o bem também fosse fácil, todos também fariam.
Estão aí as imagens e testemunhos para que cada um possa tirar suas próprias conclusões.




sábado, 24 de setembro de 2011

Na época da "Ditadura" era pior? Tem certeza disso?

Recebi por e-mail
Na época da chamada 'ditadura'...
Podíamos acelerar nossos Mavericks pelas auto-estradas acima dos 120km/h sem nenhum risco e e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos,
mas não podíamos falar mal do Presidente.
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Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista,
mas não podíamos falar mal do Presidente.
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Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio sexual”,
mas não podíamos falar mal do Presidente.
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Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso,
mas não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, sendo preso por estar “alcoolizado”,
mas não podíamos falar mal do Presidente.
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Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental,
mas não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados,
mas não podíamos falar mal do Presidente.
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Hoje a única coisa que podemos fazer.... é falar mal do Presidente! Que merda!

Publicado por autor incógnito - original aqui.

Isso me faz recordar o trecho daquela música de Ataulfo Alves: " Meu pequeno Miraí ".

"... eu era feliz e não sabia.". Ou sabia? Lógico que sim. Feliz e muito!

domingo, 18 de setembro de 2011

Franca, cidade mais segura para os jovens. Você acreditou?

VULNERABILIDADE JUVENIL
Pesquisa aponta: Franca é a 3ª cidade do Brasil mais segura para jovens

Observou o paradoxo??

Publicado pelo PORTAL GCN e Jornal "Comércio da Franca" em 25/09/2009.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pronto! Está resolvido o problema do mundo!

Silas Malafaia lança Spray que remove o diabo do couro

O Pastor Silas Malafaia lançou no mercado uma invenção que vai revolucionar o mundo: o mata capeta. Trata-se de um spray que remove o diabo do couro das pessoas. O produto chega ao mercado na próxima semana por um preço em torno de 100 reais. Cada frasco dá para remover o diabo de umas 20 pessoas.
Para o ajudante de pedreiro José Jair Jacob, esta invenção chegou em boa hora. “Toda semana quando vou à Igreja o pastor tira o diabo do meu couro. Bate em mim, me joga no chão, me dá tapas, e agora com esse spray basta me dedetizar que o problema será resolvido”, disse.
A dona de casa Carmem Cotovelo Castro também gostou da invenção e disse que comprará centenas de frascos porque segundo ela, o marido costuma chegar bêbado em casa de madrugada com o diabo no couro. (R17)

sábado, 10 de setembro de 2011

Alemanha: Estado muçulmano em 2050?


Mudanças na demografia mundial - Risco de extinção para os povos europeus


O governo alemão declarou recentemente que "A queda da taxa de natalidade da população alemã não pode ser mais detida, sua espiral descendente não é mais reversível, esse será um estado mulçumano em 2050".

Mudanças na demografia mundial e risco de extinção para os povos europeus.

Em 2027, 1 em cada 5 franceses será mulçumano; em apenas 39 anos a França será uma republica mulçumana. Isso se deve à baixa taxa de natalidade da França, que è de 1.8 filhos por casal e o problema da imigração. Daqui a 15 anos, metade da população da Holanda será mulçumana. Na Rússia já existem 23 milhões de mulçumanos, ou seja, 1 em cada 5.

Há 52 milhões de mulçumanos na Europa e, nos próximos 20 anos, esse numero vai dobrar para 104 milhões.



Texto original de Félix Maier - para visualizá-lo, clique aqui.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Filhos...

“Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.
Isso mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!"
José Saramago

O que mais me espanta nesse depoimento de Saramago, é que sendo ele um comunista, e portanto ateu, como pode ele dizer que filho é alguem que nos foi emprestado para aprendermos a amar? Quem seria esse que nos emprestou nossos filhos? Com qual objetivo deveremos aprender a amar? O que ganharemos aprendendo a amar desinteressadamente? São perguntas que eu gostaria de fazer ao grande Saramago, mas atualmente não é possível. O telefone só toca de lá para cá!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Franca, terra de ninguém.

Esta era a residência do comerciante, fazendeiro e banqueiro Hygino Caleiro Filho e de dona Anna Jacintho Caleiro, a dona Xuxinha, na esquina das ruas Monsenhor Rosa e General Carneiro. Construído numa época em que o País não produzia nada e importava tudo, esse autêntico palacete tinha azulejos, peças de louça, decoração de parede, vitrais trabalhados, metais, mármores, tudo da melhor qualidade e importado da Europa. A cozinha era ampla e continha um enorme fogão à lenha, de acabamento impecável, com material refratário também importado. O enorme quintal tinha uma grande estufa para plantas, uma casinha de alvenaria completa e mobiliada tamanho infantil, dependências para os empregados, garagens e jardins.
Essa raridade da história de Franca foi demolida para dar lugar ao monstrengo preto de canos e vidros que hoje deteriora a paisagem do local.
Eu nunca vou entender como as autoridades deixaram demolir essa preciosidade. Irresponsabilidade pura. Não me lembro de nenhuma edificação tão bonita como essa, nem mesmo o Hotel Francano era tão belo. Saudades do meu tempo de infância.



O túmulo preto de canos e vidros, onde anteriormente erguia-se o casarão de Hygino Caleiro Filho, na esquina das ruas Monsenhor Rosa e General Carneiro, como pode ser visto na foto anterior. Exemplo perpétuo da burrice e do descaso de nossas autoridades na preservação da história e patrimônio artístico da cidade, tal como ocorreu com o Hotel Francano, e muitos casarões da época áurea do café. Franca é atualmente uma cidade sem memória, uma terra de ninguém.

Hotel Francano, preciosa obra de arquitetura da cidade de Franca, por manobra interesseira de um grande grupo econômico, foi comprado e repassado para um banco, que o demoliu na década de 80, com a complacência do Poder Público local, e erigiu um monstruoso e disforme bloco de concreto e vidro, a partir do qual iniciou-se uma gradativa deteriorização da praça D. Pedro II, que se prolonga até os dias atuais.

Com a conhecida permissividade de um grupo que dominou o governo da cidade durante longos anos, a bela praça D. Pedro II, cuja formosidade pode ser recordada na precária foto acima, transformou-se num mercado de bugigangas, cd's piratas e mercadorias produto de descaminho, além é claro, do sabido tráfico de drogas. Não fosse pela logomarca do banco estampada na parede do monstrengo, poderíamos bem confundir o cenário como uma feira em via pública do interior da África, ou da Índia.

Apesar das más intenções, ainda salvaram-se da calamidade duas palmeiras imperiais.

Vista da praça hoje, a partir do mesmo ângulo da foto antiga
Outros ângulos







As duas únicas sobreviventes da destruição.

Mais um desserviço que os grandes grupos econômicos trouxeram à cidade e seu povo, com a complacência de nossas autoridades ineptas. Não temos mais memória histórica e artística. Cultura aqui é dispensável e desnecessária.